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Regresso dia 5. Até lá agradeço que poupem nos emails para a minha pessoa.
Local onde o autor escreve de forma aleatória e sem quaquer nexo sobre tudo o que lhe vai na real gana...ou no email!


Foi o que aconteceu este sábado, na Granja, pequena localidade no concelho de Mourão e que fica entre esta e a Amareleja. Uma reunião de pessoas unidas pelo mesmo apelido que, presume-se, tem uma raiz comum. Todos os Bação serão oriundos da mesma raíz no Alentejo, mas que ao que parece, tem uma origem não portuguesa, talvez espanhola (Bazan) ou mesmo francesa (Basson).
Voltando á mega reunião de familiares Bação, foi algo de estranho para mim ver mais de 100 pessoas a quem poderia chamar sem qualquer problema primo... pois também sou Bação (por afinidade). Poderia mesmo dizer que tudo o que a minha vista alcançasse na Casa do Povo eram familiares! Confesso...aquilo não foi uma reunião, foi um almoço-lanche-ajantarado-com-direito-a-baile. Tem esta definição pois começou por volta das 13 e acabou bem para lá da meia noite, juntando-se á festa de S. João. Este almoço-lanche-ajantarado-com-direito-a-baile reuniu pessoas de todo o Pais unidas apenas pelo apelido/parente comum, e ainda primaram pela ausência os Bação do Porto pois a data não era a mais apropriada (Faltar a um S. João no Porto é crime de lesa-patria...mas isto é apenas a minha opinião! Desconheço a verdadeira razão da ausência.)
Vou aproveitar e dar os meus parabéns á Sra. D. Maria Bação (prima Maria, vá...), promotora e organizadora deste mega-evento que animou a pacata aldeia da Granja. Esperemos que para o ano haja mais.
Há uns tempos, recebi a noticia: A Rosário e o Pedro iam casar! Dada por eles próprios!
Deus Meu! Sinal do Apocalipse! - pensei eu, armado em parvo, desarmado pela revelação. Não era surpresa nenhuma o facto de casarem, apenas não estava a espera de ser tão cedo, afinal só namoraram um porradão de anos...
O pior estava para vir á hora do banho. O rapaz, que usava óculos, ficava ceguinho sem eles. No balneário antigo, este conhecia os cantos á casa e evitava os obstáculos (que via como sombras sem forma). Agora em casa nova...era o cabo dos trabalhos. Assim que sai do seu canto sem óculos a caminho do chuveiro, não consegue evitar um dos bancos corridos que estavam mais próximos de si e dá-lhe uma violenta pancada. Acerta em mais um ou dois até chegar a terreno aberto...e operário é terrível nestas coisas...
Então, do fundo do balneário, algures no meio dos chuveiros e da multidão, ouve-se uma voz, gritando bem alto um nome que marcará o rapaz para sempre enquanto este estiver naquele serviço... "Ó RATO CEGO!!!". Mais uma gargalhada geral e o ar envergonhado como que a aceitar o seu novo "nome de guerra".