quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Conseguimos,pá! E agora...?

Conseguimos! Eliminámos os azarados dinamarqueses e entrámos na Liga dos Campeões,pá! Tudo bem, duas bolas ao poste do Quim e um penalty (ou não) esquisito feito pelo puto com futuro, o Miguel Vitor, sobre o velho Alback, 35 anos de idade e muita ratice no pedaço.[Ndr: para mim não é penalty mas...].
Felizmente os gajos não marcaram. Tenho de admitir que pelo menos o SL e B já mostra alguma atitude. Sofreu como já não sofria há muito tempo, com o Petit a fazer de 3º central e o Cardozo de libero (!) na fase de maior aflição. Cardozo, uma exibição fantástica e chegou ao fim com um central maior que ele (195 cms de dinamarquês) a fazer de sombra e com a cabeça (e o fisico...) completamente feita em água! Petit, um autêntico geant em campo.
Agora o Di Maria...tem de mostrar mais. Pode até ter um certo jeito a tratar a redondinha e tal, mas tem de aprender que na Europa o futebol não é só adornos como na Argentina...aqui tem de aprender a jogar com a equipa. Algumas boas surpresas no 11 do SL e B como o Nuno Gomes (Parece que sabe jogar a bola, fantástico! Será que é para continuar naquela posição de apoio ao ponta de lança?) ou mesmo o próprio Romeu Ribeiro (penso que é para continuar a aposta neste jovem) e o Nélson (será que com o Engenheiro desaprendeu a jogar e com o Camachito já se rasga todo ou será a ameaça anedótica chamada Luis Filipe?)
Bem...já vi o grupo que tocou em sorte ao meu SL e B...e é deveras simpático! AC Milan, Celtic e Shaktior Donetsk, Campeão Europeu, eternos chatos e escola de samba ucraniana respectivamente. Não significa que seja fácil, antes pelo contrário...vamos ver como las ganas do SL e B se dão com o cinismo do cattenaccio italiano, com o kick and rush escocês e com os brasileiros de Leste ucranianos.
E para fechar: a sorte dos tripeiros neste sorteio apenas tem comparação com a sorte que o SL e B teve na visita ao reino de Hamlet...

Féfé

Tem piada este rapaz. Doente como poucos, sofre a bom sofrer.Mas mantém-se no seu posto de trabalho todos os dias. A doença mina-o mas ele não se deixa abalar. Tem dias que a malta chega-se ao pé dele e ainda manda para o ar "Ah e tal, hoje vens com má cara...mal disposto?" ao que ele responde sensatamente "Por acaso tou um bocadito...mas isto passa" enquanto a doença o corroi por dentro. A doença dele? O SL e B!

Hoje todo ele irradiava felicidade (ele e eu!). A todos distribuia sorriso e chalaças sobre a concorrência (leia-se lagartaje e tripeiros) e hipotéticos grupos para o nosso SL e B, sempre apoiado noutro fiel amigo: "A Bola", jornal de sempre, desde os tempos em que tinha o tamanho do "Expresso". Estou de acordo com ele numa coisa: esta época os benfiquistas vão sofrer muito.Mesmo muito. E ele mais que eu, pois a doença corroi...

domingo, 26 de agosto de 2007

Benfica...assim vais lá!

Já estava a demorar...mas tem mesmo de ser! Estes gajos do SL e B andam um bocado á nora!Despedem o Engenheiro (manda saudades pois por cá não deixaste nenhumas e já foste tarde!) e mandam vir o Camacho "Rexona" (ainda alguém se lembra daquela figura dele em camisa e largas manchas de suor debaixo dos braços???).
O Camachito até que pode ser um gajo com ganas mas o meu SL e B continua a falhar em grande (como grande que é, até a dar barraca é em grande). Continuamos a não apostar na formação e a ir buscar jogadores aos saldos (OK, o Cardozo até que foi carote...). Olhem para o outro lado da 2ª circular...se não gostam, olhem para o Ajax, ou Manchester, ou mesmo o Barça que, apesar de se reforçar em grande, vai colocando um ou outro puto da cantera. O Messi estava na formação do Barça...
Mas enfim, continuo a dizer que além de não se apostar na formação, cai-se na demagogia. Esta contratação do Camachito foi só para tapar os olhos aos sócios...Continuo a dizer que o Glorioso precisa de uma pessoa á frente do Dep. de Futebol, que faça a ligação entre o treinador e o presidente, e que blinde o balneário (defenda a equipa quer das influências de fora quer das de dentro).
E por mim, quem deveria treinar o Glorioso seria o Carlos Brito, que actualmente está no Leixões. E essa não me tiram da ideia.

Livros de Férias

Enfim, o que é bom acaba depressa e já estão no fim as minhas férias de Verão do Ano da Graça de Nosso Senhor de 2007. Tive tempo ainda para ler dois(!) livros (já não lia um livro há tanto tempo que receava ter desaprendido a ler...): "Máscaras de Salazar", de Fernando Dacosta e " Imperador-As Portas de Roma", de Conn Iggulden (coitadinho, a madrinha não gostava mesmo da mãe da criatura á hora do baptismo...para lhe dar um nome destes,livra!)
São dois livros distintissimos; o primeiro dá-nos uma visão diferente do Regime que vigorou entre 1928 e 1974, em geral sobre o perido salazarista (1932-1968) e o segundo faz parte de uma tetralogia (não é tretologia...são 4 livros mesmo) sobre Júlio César, parte histórica, parte ficção.
Confesso: Li o primeiro de inicio a contragosto. Foi uma prenda...mas aquilo que para mim seria algo de ridiculo, tornou-se interessante. Já conhecia a história do Regime, pelos olhos da esquerda, e esta perspectiva de Salazar deixou-me um pouco pensativo. Pelo que nos relata Dacosta, Salazar não mandou matar Humberto Delgado e "autorizou" por assim dizer a fuga de Cunhal do Forte de Peniche. Quer dizer, no primeiro caso, a PIDE eliminou Delgado por vontade própria e no segundo a fuga foi facilitada pelo Regime para não ter um mártir em Portugal. Ainda segundo Dacosta, Salazar não caiu da cadeira, mas teve um AVC. Enfim, muitas coisas que importaria descobrir, para que a nossa História tenha este periodo bem definido e estudado para que as gerações vindouras possam compreendê-lo.
O segundo livro que li ("Imperador-As Portas de Roma") dá-nos um retrato da Roma pré-imperial, no periodo da República, com o confronto entre dois consules (Mário e Sula) já no fim da obra, e enquadra a vida de Caio Júlio César neste periodo, desde o seu nascimento até á fuga das tropas de Sula, que entretanto invadira Roma. Um livro que sugiro a quem goste do género.

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Pedras, Tapas e SOL!

Enfim...mais umas curtas férias (3 semanas são poucas em comparação com as 48 com que temos que trabalhar não é?)de Verão , que de Verão pouco teve...nunca o termómetro passou dos 32º e com zonas onde inclusive choveu! Escandaloso! Estes gajos do Governo fazem tudo para reduzir o défice, incluindo baixar temperaturas e fazer chover para convencer a malta a ir vergar a mola...aumentar a produtividade, dizem eles...pois sim tá bem!Contem-me histórias! Malandros! Bandidos! O Sindicato havia de sair á rua com uma greve geral! Tiram-nos tudo estes gatunos!!!Tudo para entalar ainda mais o funcionário público!

Enfim...tirando este assomo do contra e retomando a história, 3 semanitas de férias algures entre o Alentejo profundo e a Extremadura, longe do stress, das filas de trânsito e da chata da velha que mora no R/C Esquerdo que é mais controladeira que os sistemas de videovigilância que há praí nas lojas.
Algures entre Mourão e Amareleja (com visitas diárias á piscina fantástica de Reguengos a 32 km de casa) passei boa parte das férias, apanhando solzinho bom, daquele que faltou em muitas zonas do meu querido Portugal. Depois, uma incursão na Extremadura, onde visitei pedras, perdão, ruinas de um teatro e um anfiteatro em Mérida (capital da Iberia no tempo de Roma) e fiquei em Cáceres, conhecida pela seu centro histórico (mais pedras, portanto). Aconselho vivamente a quem for a Espanha, que visite ambas as cidades. Perde-se á vontade umas 3 ou 4 horas para visitar tudo, tanto em Cáceres como em Mérida. Contudo estes Castelhanos são doidos...os horários das coisas? Tremendo! Exemplo á porta da uma qualquer loja ou museu:

10:00-14:00
17:00-20:00


Alguma vez conseguiremos fazer disto por cá? E eles trabalham! Não consigo entender como é que produzem mais que nós! Pelo que soube é assim em TODO o lado! O curioso é que aqueles gajos juntam-se aos magotes (não se vê uma pessoa ou um casal sozinho ou sem filhos por perto) e falam,falam,falam...e comem tapas e bebem que nunca mais acaba! E até as tantas! Tipo, eu e a minha piquena a queremos dormir lá no (fantástico) parque de campismo e a pequenada na rua a fazer barulho á meia noite, uma, vá, duas da matina!
Adiante! (Avante também serve mas teria meia duzia de fachos a lixar-me o juizo!). Depois desta incursão em terras de El-Rei Juan Carlos II, regressámos via Marvão e Castelo de Vide, visitando também Portalegre (não escapando as pedras, minto, os castelos respectivos). Passando por Borba e Vila Viçosa admirámos os enormes montes de mármora que por lá se empilham (parecendo obra e graça de gajos da Al-Qaeda) e ainda o Paço Ducal (dos Duques de Bragança) de Vila Viçosa. E vocês perguntam: por que carga de água os gajos, sendo de Bragança, teriam um paço em Vila Viçosa e não seriam apelidados de Duques de Vila Viçosa? Eu também não sei portanto escusam de perguntar-me.
Resumindo: estas fériam foram Pedras, Tapas e SOL BOM! (Apesar de no 1º dia de férias ter ido até Troia e apanhado um escaldão...)

Ratatouille (rat-a-too-ee)


Ratatouille: receita do século XVIII, . Um prato rústico, típico da Provence (França) em que se notam influências espanholas e italianas. O nome significa «picar, triturar», mas podemos traduzir também como «ragôut de legumes» ou «prato de beringelas», podendo ser servida quente ou fria, sozinha ou como acompanhamento.
No original francês, "ratatouille" é um substantivo feminino, também chamado de "ragoût grosseiro". Sopa de carne ou peixe picados com legumes cozidos longamente em azeite de oliva. [in Wikipedia]


Hoje fui ver a versão Original deste filme de animação. Em "Ratatouille" acompanhamos a história de Remy, um rato com um grande olfacto que lhe dá uma grande vantagem na cozinha, e Linguini, um zé ninguém desajeitado que é o oposto do seu amigo peludo no que a cozinhados diz respeito mas para quem o destino planeou grandes coisas. Quando os dois se conhecem a magia acontece. A Pixar resolveu não fazer falar o ratito Remy (ou melhor, falar fala, mas os humanos não o percebem) o que transformou a sua relação com o trapalhão Linguini em algo muito especial, que originou momentos hilariantes. Em relação às vozes...os actores são de um modo geral desconhecidos do grande público (tirando Peter O'Toole, mas esse é um grande senhor, e com os grandes senhores sabemos com o que podemos contar) e tal facto não poderia funcionar melhor para o filme, transmitindo-lhe uma honestidade e valor pouco habituais (algo que na versão Portuguesa deverá ser dificil de conseguir). Em suma: Gostei bastante. Um pequeno reparo para o meu grande amigo Nuno Revés: Nuno, se estás a ler isto, aconselho-te vivamente a ver o filme...serve-te para uma shock therapy!

domingo, 29 de julho de 2007

Óscar

O rapaz andava a tirar um curso em Lisboa...um curso de Desenho em Autocad, coisa fina e rara, nunca vista naquelas bandas de onde ele vinha.O formador,arquitecto e um pouco amaneirado, até que ensinava bem. Uma pequena classe de 5 pessoas apreendia bem tudo o que o Sr. Formador lhes ensinava. Este tratava-os todos por tu e por vezes até pelo nome próprio, visto que eles eram tão poucos.
Num belo fim de tarde, o bom do formador a tentar dar um exemplo sobre escalas de desenho...

-" Ah e tal, para os que trabalham em Mecânica, como o Vitor e o Óscar, terão de adaptar..."
-"Óscar???"-pensou o rapaz.-"Mas quem é o Óscar????Vai já haver granel!!"-e se bem o pensou melhor o fez.
-"Você esteja a vontade, desde que não me chame de pai..." - retorquiu o rapaz, com voz firme, para se fazer ouvir.
-"Mas tu não és Óscar?"
-"Não...pelo menos não vem assim no meu BI! Se ao menos o meu nome fosse parecido, ainda desculpava..." - retorquiu, com ar de chocado, o rapaz.
Uma gargalhada geral toma conta da sala...e o bom do Vitor chorava de tanto rir com a confusão armada pelo seu camarada, colega de trabalho...
-"Epá, se ele te chamou de Óscar...é porque tens cara disso. Por acaso já me tinha apercebido..."
-"JÁ???E NÃO DIZIAS NADA???"
-"Agora a sério, sempre pensei que tivesses Óscar como segundo nome..."-dizia o bom do Vitor, já cheio de dores de tanto rir.
-"Livra!!!Já me chamaram tanta coisa mas Óscar é a primeira vez que me chamam!!"

Foi o tema do fim de semana seguinte, com o rapaz em estado de choque e a prometer a pés juntos que na proxima aula iria levar um enorme letreiro com o seu nome...just in case.

terça-feira, 10 de julho de 2007

O Amor Acontece - Love Actually


Dos criadores de Notting Hill e O Diário de Bridget Jones chega-nos a sua mais recente comédia romântica com um elenco famoso e uma fantástica banda sonora.
A poucas semanas do Natal, O Amor Acontece desvenda os altos e baixos de várias relações: Namorados & Namoradas, Maridos & Mulheres, Pais & Filhos, Estrelas Rock & Agentes todos se juntam para fazer de O Amor Acontece não uma mas dez histórias de amor muito diferentes. Há um casal que se casa. Há um padrinho de casamento que se apaixona. Há um viúvo que tenta ajudar o enteado a expressar os seus sentimentos por uma rapariga. Uma mãe devota que procura o amor que já não existe. Há amores secretos e outros nem tanto. Em plena quadra natalícia, oito casais têm de lidar com o amor
.
Porque se estiver bem atento, vai descobrir que O Amor Acontece...em todo o lado.


Comprei um DVD. Fantástico, não o copiei de ninguém nem o tirei da Net. Apesar de não ser um hábito, fui á FNAC e vi este filme que considero o "nosso" filme (meu e da Cátia).
Desde o novo Primeiro Ministro solteirão que, ao entrar pela primeira vez em Downing Street, de imediato se apaixona por Natalie, um elemento do seu staff cuja espontaneidade é autêntica... Até ao escritor que foge para o sul de França para tratar o seu coração partido e se apercebe que o amor tem uma linguagem universal ao conhecer Aurélia, a sua empregada tuga...
É de ir ás lágrimas a cena em que ambos se lançam á água em busca das folhas do novo livro, levadas pelo vento para o rio próximo...Lucia Moniz com o brilhante foda-se está fria! seguido da sua "tradução" inglesa assim que Colin Firth vai ter com ela...Ou ainda quando Hugh Grant é apanhado com Martine McCutcheon na Peça de Natal em pleno palco...
Um must see em boa companhia.

domingo, 8 de julho de 2007

As novas 7 Maravilhas do Mundo

Ontem, como cerca de alguns milhões de Portugueses, estive a ver aquela maravilha do audiovisual que foi o espectáculo das 7 Maravilhas do Mundo, transmitido em directo para todo o Globo, de uma maravilha de Portugal que foi injustamente esquecida (o magnifico Estádio da Luz, mas cinzentão para quem não aprecia sobriedade, como aqueles rapazolas do outro lado da 2ª circular, que têm um estádio forrado a azulejo de Sacavém, comprado por tuta e meia a umas quantas firmas que faliram, e ainda por cima não se vislumbra vermelho em parte alguma daquele desterro a céu aberto que é o Alvalade XXI).
Bem se pode dizer que foi uma organização á Tuga...tirando todo o deslumbre das composições com que fomos brindados a nível de espectáculos de luz e som, houve algumas coisas que escaparam, como o facto do aparelho do Rui Veloso ter "pifado" a meio com ele a fazer sinais de aflição perfeitamente compreensível, para acabar a sua actuação de mão atrás na cintura, com um novo tique fantástico...amaneirado, mas fantástico. Ou ainda quem conseguiu ver a cor dos olhos de Ben Kingsley? NINGUÉM! Ele estava claramente a olhar para um teleponto com umas letrinhas muito miudinhas para ele e isso foi por demais evidente no esforço titânico que ele fez para tentar ler o que lá estava."Para a próxima peço á patroa para me colocar os óculos á Gandhi na mala de viagem!", terá pensado o pobre Ben...E o facto de convidarem uma estrela de Bollywood (a Hollywood indiana)? A piquena de facto era engraçada, mas estava ali tão bem como o pinguim num deserto, se querem saber a minha opinião. Mal por mal, tinham-na substituido pela Marisa Cruz, que sempre tem mais a haver com o facto deste espectáculo ser apresentado em Portugal. E a carinha de frete do nosso primeiro-ministro-licenciado-ou-não-em-engenharia-civil? Ou ainda o momento protagonizado pelo nosso menino de ouro da redondinha, Cristiano Ronaldo, em que tentou manter o suspense sobre a Maravilha mas o que deu a entender é que não sabia como ler Chichén Itzá? E alguém viu a Hilary Swank? Ou o Joaquín Cortés? E o rabo DESCOMUNALMENTE GRANDE (dava para colocar um serviço de loiça COMPLETO!) da Chaka Khan? Terá sido por isso que a convidaram? Mas isto são apenas divagações e outros quejandos...
Para mim a noite teve dois protagonistas: um pela positiva e outro pela negativa. O primeiro é, sem sombra de dúvida, o alcaide de Machu Picchu, essa personagem fantástica que, trajando a rigor (com um traje local e não alinhado com o horror de fatos e gravatas convencionais que normalmente inundam estes eventos) foi a estrela da noite quando anunciaram que o monumento da sua terra tinha sido eleito. Parecia que tinha ganho o Euromilhões! (por isso é que eu queria a Marisa Cruz ali, sempre tinha mais a haver!). Uma pessoa que transbordava simplicidade, algo que falta a muita gentinha no nosso Portugalzinho.
O protagonista pela negativa foi o Coliseu de Roma...MARAVILHA DO MUNDO???Para mim o escândalo da noite.Qual Hagia Sofia, qual Kremlin (só para falar em dois monumentos fantasticos na Europa), qual Ópera de Sidney...Era aquele mamarracho a que chamavam de MARAVILHA? Se lá pusessem o nosso Cromeleque dos Almendres fazia melhor figura! Fiquei muito desgostoso, claramente...quem me vier dizer que o Coliseu de Roma é uma das Novas 7 Maravilhas do Mundo, é corrido a sete-pés!!

domingo, 24 de junho de 2007

Baçonaria

Sim, leram bem. Eu escrevi Baçonaria e não Maçonaria. Para os mais desatentos, vou fazer a distinção entre ambas. A Maçonaria é oriunda do Francês maçonnerie e significa arte de pedreiro; sociedade secreta, também chamada franco-maçonaria, composta por elementos ajuramentados, espalhada por todo o mundo, cujo objectivo principal é desenvolver o princípio da fraternidade e da filantropia, e que tem como símbolos os instrumentos do arquitecto e do pedreiro (triângulo e compasso); A Baçonaria não é mais do que uma reunião de pessoas com o apelido Bação.

Foi o que aconteceu este sábado, na Granja, pequena localidade no concelho de Mourão e que fica entre esta e a Amareleja. Uma reunião de pessoas unidas pelo mesmo apelido que, presume-se, tem uma raiz comum. Todos os Bação serão oriundos da mesma raíz no Alentejo, mas que ao que parece, tem uma origem não portuguesa, talvez espanhola (Bazan) ou mesmo francesa (Basson).

Voltando á mega reunião de familiares Bação, foi algo de estranho para mim ver mais de 100 pessoas a quem poderia chamar sem qualquer problema primo... pois também sou Bação (por afinidade). Poderia mesmo dizer que tudo o que a minha vista alcançasse na Casa do Povo eram familiares! Confesso...aquilo não foi uma reunião, foi um almoço-lanche-ajantarado-com-direito-a-baile. Tem esta definição pois começou por volta das 13 e acabou bem para lá da meia noite, juntando-se á festa de S. João. Este almoço-lanche-ajantarado-com-direito-a-baile reuniu pessoas de todo o Pais unidas apenas pelo apelido/parente comum, e ainda primaram pela ausência os Bação do Porto pois a data não era a mais apropriada (Faltar a um S. João no Porto é crime de lesa-patria...mas isto é apenas a minha opinião! Desconheço a verdadeira razão da ausência.)

Vou aproveitar e dar os meus parabéns á Sra. D. Maria Bação (prima Maria, vá...), promotora e organizadora deste mega-evento que animou a pacata aldeia da Granja. Esperemos que para o ano haja mais.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Wrestling

No dia 9,sábado, fui ao Pavilhão Atlântico ver as estrelas do Wrestling que compõem o programa/marca RAW. A luta livre pode ser encenada mas nem tanto. Sou daqueles que não acredita que se encena não sei quantas derrotas consecutivas e se possa eventualmente perder alguns milhares de doláres em direitos de imagem e publicidade... meus amigos, perder nem a feijões me agrada embora tenha algum poder de encaixe (não parece mas tenho...) devido ás muitas derrotas acumuladas nos desportos que pratiquei.


Adiante. Vi algumas das vedetas desse espectáculo actuarem ao vivo e confesso que foi uma experiência diferente. O ringue que se vê na televisão parece maior do que aquele que fomos presenteados no Atlântico, os rapazes que por lá lutam parecem mais pequenos na TV (em alguns casos...).Deixo-vos algumas fotos...




Não foram TODOS os melhores combates nem consegui tirar fotos a todos os lutadores...pois a distância primeiro e o facto de poder assistir ao vivo algo que pensei ser só possivel fora de Portugal depois fizeram com que poucas fotos se aproveitassem.
Foi uma experiência diferente. Aconselhável a fãs (fanáticos ou curiosos). Acima de tudo, é um espectáculo misturado com luta livre e isso é algo que convém nunca esquecer.

domingo, 10 de junho de 2007

Rosário e Pedro

Já os conheço há uns anos:a ela, das pistas de dança, e ele, da mesa que, em todos os campeonatos, se reuniam alguns ilustres e iluminados do nosso clube. Ela e eu partilhávamos as pistas e não raras vezes nos treinos trocávamos alguns mimos (não ganhei o titulo de bulldozer dançante por nada, alguém tinha de justificar o porquê...). Com ele tive longas conversas, tendo a mais célebre envolvido acções da TMN. Mas isso são contas de outro rosário,não desta Rosário. (Olha, fiz um trocadilho! Queres ver que estou a começar a ficar bom nisto?).

Há uns tempos, recebi a noticia: A Rosário e o Pedro iam casar! Dada por eles próprios!

Deus Meu! Sinal do Apocalipse! - pensei eu, armado em parvo, desarmado pela revelação. Não era surpresa nenhuma o facto de casarem, apenas não estava a espera de ser tão cedo, afinal só namoraram um porradão de anos...

No dia 7 deste mês aconteceu o feliz enlace com respectivo copo d'água no Samouco (fazendo juz ao jargão ferroviário só pára no Samouco para meter água).


Aos recém casados os votos de muitas felicidades e uma boa lua-de-mel,que dure pelo menos uns anos valentes.
Ah, e a festa estava muito boa,convém dizer-se.
PS: Obrigado, Ana Margarida, pelos breves instantes em que me fizeste recordar que, de facto, ainda poderia dançar um bocadito...
PS2: Danças Tribais? Não danço!Não gosto e não quero! Recuso-me terminantemente a dançar ritmos tribais...como aliás ficou provado no casamento da Ró e do Pedrito.


domingo, 20 de maio de 2007

Rato Cego

O rapaz tinha acabado de chegar áquele serviço, vindo de uma pequena secção na mesma fábrica.
Eram cerca de 90 homens que partilhavam o mesmo balneário, um mundo, comparado com os 10 (contando com ele) que antes, noutra parte da fábrica, partilhavam outra área parecida...mas mais pequena.
Era, apesar de ser conhecido por todos na fábrica, um novo elemento, visto como "bicho fanómico", uma novidade no balneário.

"Como é que vieste cá parar? Mandaram-te para cá agora?" - perguntaram-lhe os mais antigos."
"Não conseguiam aturar-me mais...nem o meu padrinho!" - respondia-lhes o rapaz. Gargalhadas soltas e sonoras logo pela manhã fazem sempre bem.

O pior estava para vir á hora do banho. O rapaz, que usava óculos, ficava ceguinho sem eles. No balneário antigo, este conhecia os cantos á casa e evitava os obstáculos (que via como sombras sem forma). Agora em casa nova...era o cabo dos trabalhos. Assim que sai do seu canto sem óculos a caminho do chuveiro, não consegue evitar um dos bancos corridos que estavam mais próximos de si e dá-lhe uma violenta pancada. Acerta em mais um ou dois até chegar a terreno aberto...e operário é terrível nestas coisas...

"Então,pá? Não vês o raio do banco?"
"Epá...sem óculos fico ceguinho..." - riposta o rapaz, tentando desviar-se das sombras que lhe causavam dor de cada vez que lhes batia.

Então, do fundo do balneário, algures no meio dos chuveiros e da multidão, ouve-se uma voz, gritando bem alto um nome que marcará o rapaz para sempre enquanto este estiver naquele serviço... "Ó RATO CEGO!!!". Mais uma gargalhada geral e o ar envergonhado como que a aceitar o seu novo "nome de guerra".

Desde então, o rapaz é conhecido pela alcunha de "Rato Cego", devido a nada ver sem óculos...

domingo, 13 de maio de 2007

Algumas divagações...

...e que, devido á preguiça, não escrevi sobre elas no momento.
Vou começar por uma frase que, fora do seu contexto, tem o título de "anedota do ano". Foi proferida durante um plenário no dia 8 de Maio, convocado pelo nosso excelso Administrador, devido á reestruturação do Arsenal do Alfeite.Vou confessar a quem me lê que pela primeira vez na minha vida, em 12 anos de casa, nunca tinha visto tanto chefe de serviço, de área tecnológica e de divisão por m2. Nunca tinha visto tanto quadro intermédio num plenário juntamente com operários (normalmente aos plenários convocados pela Comissão de Trabalhadores apenas respondem os operários; os quadros nem aparecem...).Voltando ao assunto...
Enquanto abordava a falta de mão de obra a nível fabril e o atraso do Arsenal no que concerne a tecnologia e conhecimentos, o Sr. Administrador disse, e cito, "o Arsenal precisa de mais engenheiros!".A gargalhada foi geral. Então o homem queixa-se que precisa de mais gente para trabalhar e logo depois sai-se com uma destas???Os quadros (engenheiros) talvez envergonhados pela reacção sairam do plenário. Nem os Directores evitaram um sorriso envergonhado pela espontaneidade da reacção.No dia seguinte o nosso Administrador classificou de "basismo primário" a reacção dos operários e defendeu a classe que curiosamente também é a dele (pertence á ordem e é Director para qualquer coisa...)
Eu fui dos que me ri a bom rir na altura...mas mais tarde, a frio, compreendi o que o nosso excelso Administrador quis dizer. Precisa de conhecimento desses engenheiros no terreno...e não atrás de uma secretária. Mas precisa de BONS engenheiros. De engenheiros que não tenham problemas em vestir o macaco e ir a bordo ver o problema e não terem medo de apresentar uma solução diferente da que vem nos manuais...pois cada caso é um caso. De meter mãos ao serviço se caso for disso.
E isso claramente o Arsenal não tem. Tem pseudoengenheiros que tem o canudo (com médias que Deus nos livre...ou te-lo-ão adquirido na modalidade Universidade Independente?) para justificar a posição que ocupam. Ao nosso Administrador faltou coragem para afirmar que a mediocricidade grassa nos quadros técnicos se deve também á falta de critério na hora da escolha ...todo o engenheiro para ali serve...mas enfim estou a fugir ao tema.
A conclusão final é esta: O Arsenal do Alfeite vai passar a pertencer á EMPORDEF (Empresas de Defesa do Estado) e passará a S.A., portanto...a privatização vem a caminho. Vamos esperar que o exemplo das OGMA não se repita e que todos estejam conscientes do que isto possa acarretar nas nossas vidas.

segunda-feira, 30 de abril de 2007

Camarada ou Colega?

Hoje tive uma discussão bastante interessante com um outro camarada/colega de serviço acerca de como nos tratamos: se por camarada ou por colega. Há uma grande polémica criada em torno do termo camarada, invariavelmente associado ao militante ou simpatizante do Partido Comunista e dito muitas vezes em termos menos próprios, como se um militante do PC fosse um leproso ou assim. Pode ser uma espécie em extinção mas não vamos ser assim tão ruins a tratar mal, pois não?
Fui ao dicionário e decidi investigar o que significava cada um dos dois termos: camarada e colega, tendo obtido os seguintes resultados:

camarada / s. m. / s. f.; 3ª pess. sing. pres. ind. de camaradar; 2ª pess. sing. imp. de camaradar
(de câmara)
s. m., companheiro de quarto; pessoa com quem outra convive; condiscípulo; colega; cada um dos indivíduos que exercem a mesma profissão; militar que está impedido do serviço de um oficial;
arreeiro; jornaleiro; trabalhador (Brasil)
s. f.,concubina.

colega / s. 2 gén.
pessoa que, em relação a outra, faz parte da mesma comunidade, corporação, profissão, etc. ;
pessoa que exerce as mesmas funções ou foi encarregada da mesma missão.

Até ver há algo que os une: o facto de tanto o camarada como o colega poderem exercer a mesma profissão.
Contudo há algumas variáveis sobre estes dois termos que NÃO constam nos dicionários mas que alguém tratou de acrescentar. Senão vejamos:
  • Diz-se que para os lados do Marão "camarada" serve para designar uma junta de bois;
  • Na tropa diz-se que colegas são as p****;
  • Companheiros? Nunca, pois a mesma tropa diz que esses são p*********!
  • Amigos?Nem pensar! Conhecidos e mesmo assim de muito longe!
Moral da história: É muito ruim ser-se padre numa paróquia destas!

domingo, 22 de abril de 2007

300



O rei Leónidas (Gerard Butler) e seus 300 guerreiros de Esparta lutam até a morte contra o numeroso exército do rei Xerxes (Rodrigo Santoro). O sacrifício e a dedicação destes homens uniu a Grécia no combate contra o inimigo persa.Dirigido por Zack Snyder (Madrugada dos Mortos) e com Gerard Butler, Rodrigo Santoro e Dominic West no elenco.

Ontem á noite vi 300, um filme algo diferente. Um filme baseado numa batalha histórica e decisivo para o desenvolvimento da civilização como nós a conhecemos na Europa: a batalha de Thermophylae, ou em português, Termópilas. Relatos da época chegados até nós dizem-nos que 300 homens resistiram durante 3 dias em Thermopylae contra milhares de persas (os numeros históricos diferem entre uns "miseros" 350.000 e 2.500.000 homens, entre Marinha e Exército). Esta batalha teve o condão de aliar as diversas cidades-estado gregas que até lá estavam desavindas e uniu-as contra um inimigo comum: Xerxes. Juntas travaram o avanço dos persas pela Europa fora e só Deus sabe o que seríamos hoje, se em vez da influência greco-romana, existisse a influência persa na nossa civilização....

Voltando ao filme: Efeitos especiais bons, a história bem espremida até ao fim, com alguns detalhes mais fracos (Leónidas não verte 1 pinga de sangue mesmo atravessado por varias setas...), um Rodrigo Santoro irreconhecível no papel de Xerxes (caracterização no minimo excelente)...e sangue. Muito sangue para os apreciadores de cabeças cortadas, braços fora, corte de pernas e por aí fora. Um filme para apreciadores.

Nota de rodapé: Hoje vi o Wrestlemania 23 na Sic Radical...Adorei! Especialmente quando, na Batalha dos Bilionários (Mr. McMahon vs Donald Trump) com um árbitro convidado (Stone Cold Steve Austin) que garantia que um dos dois iria sair careca (uma das estipulações do combate para o derrotado), McMahon, o criador do Wrestling como o conhecemos, sai completamente careca...O criador sai derrotado e humilhado em sua própria invenção...

terça-feira, 17 de abril de 2007

O Curso do Sócrates - Versão Corrosiva

Bem...Hoje deixo uma pérola para apreciadores: "Como Sócrates Completou O Curso" e é da autoria dos inevitáveis Gato Fedorento.



Corrosivos q.b., admiro-me como ainda estão na televisão pública e a falar desta maneira...vamos a ver por mais quanto tempo andarão eles por aí.

domingo, 15 de abril de 2007

The Departed: Entre Inimigos


Em Boston, a polícia federal encontra-se em guerra aberta contra o crime organizado. O jovem polícia Billy Costigan (DiCaprio) foi destacado para se infiltrar na máfia controlada por Frank Costello (Nicholson). Enquanto isso, Colin Sullivan (Damon), outro jovem agente, trabalha para a Unidade Especial de Investigação na tentativa de deter Costello. Aquilo que os seus superiores desconhecem é que Sullivan é também um infiltrado, enviado por Costello. Quando se torna claro que existem duas toupeiras em acção, começa uma corrida contra o tempo...

Este serão foi passado a ver "Entre Inimigos". Jack Nicholson não sabe actuar mal e os restantes acompanham-no...Este filme NÃO É RECOMENDADO para quem gosta de finais felizes e cheios de florzinhas e amor no ar. Li na crítica que Scorcese retirou as cenas mais violentas do filme. Nem quero imaginar como seria o filme se as tem mantido...Contudo yours truly recomenda este filme avisando os mais susceptiveis por causa de algumas cenas mais sangrentas.
P.S. fora de contexto: Descobri este site quase por acidente http://www.a28.org/ Consultem-no e vejam que no pais mais civilizado do mundo, no superpolicia mundial, entre outros nomes bonitos que não me ocorrem agora também há problemas...

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Chefe,eu? Não, obrigado!

Parece mentira mas não. É um facto consumado. Não quero ser chefe. Nem pensar nisso é bom.
Mal mando em casa, quanto mais em meia dúzia de maduros metidos ao pingarelho...
Podem pensar que estou na tanga, a dar baile...mas não. Não quero mandar. Não me vejo á frente do que quer que seja e onde quer que seja. Tenho a perfeita noção de que seria um perfeito desastre como chefe. Ainda por cima tendo um background, como se diz agora, bastante sombrio, e trabalhando num estabelecimento estatal onde um conhecimento ou posição diferentes das oficiais (do chefe) são confundidas facilmente com insoburdinação, onde uma pergunta mais complexa sobre o trabalho feito é visto como uma tentativa de usurpação de conhecimento para poder passar por cima de outros colegas, um desinteressado "Posso ajudar?" é interpretado como "Mas porque é que este gajo vem pra aqui meter o bedelho?", um tema de conversa que não fosse futebol, mulheres, carros ou pesca faz meio mundo olhar para ti como se fosses um bicho raro, uma resposta fácil a uma pergunta considerada dificil pelas mentes pensantes lá do sítio é visto como uma demonstração barata e inútil de conhecimento (ou simplesmente, para brilhar).
Não conseguiria estar num sitio como chefe tendo individuos que tudo fariam só para ficarem bem vistos perante mim em prejuizo dos outros, fazendo-me todas as vontades quer a nível laboral, quer extralaboral (exemplo: se eu gostasse de pescar teria de certeza um individuo que não se importaria de me acompanhar a qualquer sitio para uma pescaria...para mais tarde poder obter dividendos, por exemplo, uma eventual promoção aquando de abertura de vagas).
Aquela espécie de pessoas que todo o chefe gosta de ter a volta a bajulá-lo, vulgo engraxador, seria a primeira espécie que eu baniria de meu serviço. Mas temo que o serviço ficasse deserto...
Além do mais o meu mais que reconhecido feitiozinho da m.... iria ajudar mais á questão. Resumindo, não me vejo com perfil de líder nem com pulso forte para tal. Como costumo dizer Antes um operário acima da média de que um chefe de m....

domingo, 25 de março de 2007

The Queen


A noticia da morte de Diana em Agosto de 97 espalha-se rapidamente pelo Mundo. Incapaz de compreender a reacção emocional dos seus súbditos, Isabel II (Helen Mirren) isola-se com a família real em Balmoral. Tony Blair (Michael Sheen), recém-empossado como primeiro-ministro britânico, percebe que os líderes do país precisam tomar medidas que os reaproximem da população e tenta reatar os laços entre esta e a realeza. "A Rainha" é um olhar sobre a forma como a Família Real foi afectada e o que aconteceu nos bastidores do poder quando a tragédia bateu à porta. É um filme sobre a batalha entre o que deve ser público e o que é privado, a responsabilidade e a emoção, enquanto uma nação e o mundo se ajoelhavam a chorar a morte da Princesa do Povo, aguardando as reacções dos líderes.

Vi, há alguns dias atrás, o filme “ The Queen”, em português simples, “a Rainha”.
Helen Mirren é Isabel II, Rainha de Inglaterra, e graças á sua interpretação neste filme conseguiu o Óscar para Melhor Actriz Principal.
A interpretação de Helen Mirren é, no meu ver, fantástica. Mas é hilariante a caracterização que o realizador fez de Tony Blair, como uma criança deslumbrada a quem é dado um novo e fantástico brinquedo, neste caso o cargo de primeiro ministro britânico. Um filme que apesar de tudo mostrou a outra faceta da família real, que se mostrou indiferente com a morte daquela que foi a princesa do povo. Mas também mostrou o lado humano de Isabel, que, apercebendo-se do ódio que gerara nos seus subditos com todas as suas reacções, deu o braço a torcer e mostrou que realeza também tem sentimentos.